José Carlos de Oliveira
Fator casa segue pesando
E a garotada do Sub-14 do Guarani segue sem vencer como mandante nos torneios promovidos pela Federação Mineira de Futebol (FMF). Ficou novamente no quase no fim de semana. Depois de abrir vantagem de 2 a 0 sobre o Contagem, no jogo de ida das quartas de final do Troféu Inconfidência, deixou o adversário chegar ao empate e agora terá que buscar vaga nas semifinais jogando em Belo Horizonte.
É! Jogar em casa, na nova Arena Sicoob Divicred, não está mesmo sendo um bom negócio para o Bugre neste ano.
Arbitragem está sim, devendo
Basta um queridinho da grande mídia sofrer na pele com os erros da arbitragem, para que as manchetes da”toda poderosa imprensa”, em todos os programas esportivos pelo país, passem a destacar os erros dos sopradores de apito, como se isso fosse algo que só prejudicasse aos seus clubes preferidos. Calma pessoal, vão devagar, e bem devagar nestas horas, que o calo é bem mais embaixo e dói sim, mas é em muita gente, e já faz tempo.
Clássico mineiro
Se neste fim de semana, o prejudicado foi o Palmeiras, foi justamente o Porco que foi beneficiado na rodada anterior, na virada sobre o São Paulo, por 3 tentos a 2. Sem falar no clássico mineiro, onde um “erro de direto” – foi tiro de meta e não escanteio – deu ao Galo o gol de empate frente a Raposa, que ainda teve que terminar o jogo com um atleta a menos, já que o “juiz ladrão” não gostou de ser criticado pelo que é, pelo erro, e ainda expulsou de campo o jogador que o criticou, acabando por tirar da Raposa dois pontos que hoje a deixariam coladinha, apenas um pontinho atrás, dos líderes.
Aí, os coleguinhas da mídia ficam todos calados, se fingem de cegos e mudos…
Campanha de rebaixado
Já nem é a luz amarela, é a vermelha mesmo, que aparece no radar do Atlético, e se o time não acordar, pode sim, ter surpresas desagradáveis nesta reta final de campeonato. Comemoraram um empate com o Cruzeiro como se fosse uma vitória no meio de semana e se esqueceram que já no sábado teriam novo desafio pela frente.
E deu no que deu. Foram derrotados pelo Corinthians e permanecem com campanha de rebaixados no returno do Brasileirão, sendo o último colocado, com apenas seis pontos somados em nada menos que dez jogos, número ridículo para um elenco montado a peso de “muitos euros”.
Números que impressionam
Vão se passar os anos, décadas até, e será praticamente impossível aparecer no Brasil, ou mesmo no exterior, uma equipe (de qualquer esporte coletivo) tão vitoriosa como a do vôlei masculino da Raposa, que já entrou de vez para a história como o time a ser batido, com impressionante aproveitamento de 85% de conquistas em todas as finais que disputou desde quando foi criada, em 2010.

Mais um hepta
Acostumado a subir ao lugar mais alto do pódio, a cada temporada, o vôlei do Sada Cruzeiro conquistou mais um caneco na noite de domingo, o heptacampeonato da Supercopa do Brasil de vôlei masculino. Em Campo Grande, o time celeste derrotou o Itambé Minas, por 3 sets a 0, e venceu o segundo troféu contra o rival em apenas uma semana. Antes, a Raposa já havia faturado o Estadual.
Na história
Na capital do Mato Grosso do Sul, a equipe conquistou o título de número 59 desde 2010. Nesse período, a equipe estrelada esteve envolvida em 69 finais, ou seja, conseguiu um aproveitamento de 85,5% nas decisões do voleibol brasileiro e mundial.
Outra marca relevante é que, além das 69 finais, o Sada Cruzeiro disputou 80 torneios desde 2010, e mesmo com as trocas de elencos e até mesmo no comando técnico, os 59 títulos significam que o time venceu 73,75% das competições disputadas ao longo dessa trajetória.
