Cultura divinopolitana respira poesia com o lançamento de ‘Quase Ainda’

Eduardo Maia terá noite de autógrafos na Biblioteca Ataliba Lago

Da Redação

A poesia volta a ocupar lugar de destaque no cenário cultural da região. O motivo é que amanhã, às 19h30, o escritor Eduardo Maia lança seu mais recente livro, “Quase Ainda”, em uma noite de autógrafos na Biblioteca Pública Ataliba Lago, em Divinópolis. A obra, marcada por sensibilidade e reflexões sobre o tempo, promete encantar leitores com a força da palavra e o olhar apurado do autor sobre o cotidiano. O evento é aberto ao público e reforça o papel da literatura como ponte entre emoção, arte e identidade regional.

Livro 

A obra, viabilizada pelo Programa Nacional Aldir Blanc(PNAB) e Prefeitura de Divinópolis, reúne versos que exploram o tempo, a memória e os silêncios que habitam o cotidiano. Com linguagem precisa e sensível, “Quase Ainda” propõe uma travessia poética por temas como identidade, afeto e resistência.

— É um livro que nasceu da escuta. Escuta do mundo, das ausências, das urgências que não cabem nas manchetes — afirma o autor.

O livro tem estilo lírico e reflexivo, onde o autor consolida sua voz como uma das mais promissoras da nova poesia mineira.

Evento

O evento de lançamento será aberto ao público e contará com sessão de autógrafos, leitura de poemas e uma breve conversa com o autor sobre o processo criativo da obra. A Ataliba Lago, tradicional espaço de cultura da cidade, será palco para esse encontro entre palavra e presença. Os exemplares estarão disponíveis para venda no local.

 — A lírica de Eduardo está umbilicalmente ligada à Minas, seu território poético para desterritorializações singulares e horizontadoras. E é nesse sulco que sua palavra-semente germina polifonicamente […]” — afirma o filósofo e professor Elton Luiz Leite de Souza.

Para Patrícia Ahmaral, em Eduardo Maia, a  poesia parece irromper das bordas do papel. 

—  É como extravasar o próprio poema, no estampido provocado pelo desatar de sua palavra telegráfica e urgente de recados sinceros, um espanto a cada virada de página. Versos cunhados no arrojo dos que comem, mastigam, digerem. E escrevem. Para que o mundo, e o poeta, prossigam no milagre da palavra restaurando a vida — comenta.

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