Políticos e as redes sociais

Políticos de modo geral têm se valido das redes sociais para mostrar serviço, e claro,  apontar erros dos desafetos. Além de agentes políticos, também se tornaram influenciadores digitais.  O Instagram é a rede social favorita. Para se ter uma ideia, João Campos (PSB/PE), prefeito de Recife/PE, cuja população é de 1.588.376 habitantes (até 28/08/2025, segundo o IBGE), tem mais de 2,9 mi de seguidores, quase o dobro da população da cidade que o elegeu. O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL/RJ) tem 2,2 mi e  Romeu Zema (Novo/MG), governador de Minas Gerais, tem 1,9 mi de seguidores.  O atual presidente, Lula (PT), tem 14,1 mi e o ex-presidente Bolsonaro (PL), mesmo proibido de utilizar as redes sociais, tem 27,1 mi de seguidores. E não é só isso! Parlamentares federais ligados ideologicamente ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) são os que têm maior influência nas redes sociais.

Senado e Câmara

No Senado, Flávio Bolsonaro (PL/SP) tem 6,1 mi, Romário (PL/RJ) tem 4,3 mi, Cleitinho Azevedo (Republicanos/MG) tem 3,5 mi e vários perfis de apoio com até  470 mil seguidores, Sérgio Moro (União Brasil/PR) tem 3,7 mi.  Na situação, Humberto Costa (PT/SP) tem 427 mil e Paulo Paim (PT/SP) tem 133 mil seguidores. Na Câmara Federal,  Nikolas Ferreira (PL/MG)  tem 18,7 mi,  e fãs clubes com mais de 2,5 mi de seguidores, Eduardo Bolsonaro (PL/SP) tem 7 mi. Enquanto os apoiadores de Lula, André Janones (Avante/MG) tem 2,3 mi e Erika Hilton (Psol/SP) tem 3,9 mi. Resumo: senadores e deputados federais  que fazem oposição ao governo Lula (PT) lideram em influência, produção de conteúdo, curtidas e compartilhamentos. Quanta diferença!  Diante de tais números, um recado para a direita: é preciso união,  essencial em qualquer contexto, pois é o laço que fortalece e sustenta as relações!  A aliança é o mais abrangente de todos os princípios e sem ela não se chega a lugar nenhum. “O talento vence jogos, mas só o trabalho em equipe ganha campeonatos”  – Michael Jordan. Capisce?

 Só acreditaria lendo, e lendo não acredito

O presidente Lula, através de seus atos, ratifica sua afirmativa de que “traficantes são vítimas dos usuários”, pois estuda indenização a famílias de narcotraficantes mortos em confronto com a polícia no Rio de Janeiro, capital, no último dia 28.  A proposta de assistência ainda está em fase de análise e não há previsão de anúncio oficial. Os familiares dos mortos ligados às facções criminosas já receberam a visita da Comissão de Direitos Humanos da Alerj. Ah, Macaé Evaristo (PT/MG), ministra de Direitos Humanos e Anielle Franco (Psol/RJ), Ministra da Igualdade Racial visitaram o Complexo da Penha após a megaoperação que resultou em mais de 120 mortos.

 Calma que piora!

A advogada de Marcinho VP, líder do Comando Vermelho, Flávia Pinheiro Fróes,  conhecida por defender líderes de facções como Marcinho VP (ainda sua causídica) e Fernandinho Beira-Mar,  agendou reunião com o ministro Alexandre de Moraes, se valendo da ONG Instituto Anjos da Liberdade, da qual é presidente. Após repercussão, o ministro barrou sua entrada no STF. Eita!

E as demais vítimas?

As famílias dos policiais mortos não receberam qualquer tipo de atenção de tão importantes pessoas. Com os familiares da  cozinheira Antônia Ione Rodrigues da Silva, não foi diferente. Ela foi assassinada a tiros dentro de casa no dia 18/10, em Saboeiro, no sertão do Ceará, por se recusar a cumprir ordens dos criminosos, no caso, envenenar a comida do Batalhão da PM onde trabalhava. Dois pesos e duas medidas?

 Paradoxo

Os direitos humanos se aplicam aos humanos, literalmente, não importa ideologia, modo de vida. Enfim, são direitos fundamentais garantidos a qualquer indivíduo, pelo simples fato de existir. As atividades do narcotráfico violam os direitos de outros humanos. O governo Lula pode explicar essa contradição lógica?

 Corrida da PC

Depois de um hiato de oito anos, a Polícia Civil realiza  a 2ª corrida, que  ocorrerá no próximo domingo, 9. A largada é às 08h em frente ao shopping Pátio Divinópolis. Mais informações  no www.agoracomvc.com.br e no Instagram oficial da 2ª Corrida da Polícia Civil: https://www.instagram.com/corridapcmgdivinopolis/. Aplausos de pé à PC em  Divinópolis pela iniciativa!

 Vá ao teatro

O Teatro Hamilton Costa apresenta a terceira temporada do projeto TEATRO FAZ BEM 2025, que é uma realização de sua escola de atores em colaboração com a Cia Os Teatráveis, que é referência em produção cultural desde 2007, com atuação em mais de 18 cidades mineiras, e conhecida por seu repertório diversificado que inclui comédias, espetáculos infantis e projetos educativos. No próximo sábado, às 20h, será a vez de “O Pequeno Príncipe” e no elenco, a filha desta colunista, Maria Elvira. As apresentações são realizadas no Teatro Hamilton Costa, localizado na avenida Getúlio Vargas, 933, Centro – em frente ao poliesportivo. 

Mais informações pelo WhatsApp: (37) 9 9982‑8946. Ingressos pelo https://www.sympla.com.br/evento/o-pequeno-principe/3162181?token=7ac173cbe63aa9c9ad48e94c01ca17b2. Nas redes sociais: @os_teatraveis e @escoladeatoreshc. Bravo! Bravíssimo! E merda para eles!

  Teatro: por que se diz merda?Segundo portal https://teatroemescala.com/  “Antes de entrar em cena, é comum que os profissionais desejem “merda” uns aos outros, pra você isso é estranho? Essa tradição está relacionada ao período Elisabetano (1558-1625) em que as pessoas iam de carruagem assistir às peças, portanto, quanto mais cavalos (e, consequentemente, suas necessidades fisiológicas), melhor. Isso mostrava o sucesso do espetáculo em cartaz. Logo, desejar “merda” seria como desejar sucesso, plateia lotada. Outra versão também é que um ator iria apresentar uma importantíssima peça para sua carreira e estava nervoso por isso. No caminho havia um incêndio, ele teve que mudar a trajetória e acabou se perdendo. Para piorar (ou melhorar) a situação, ele pisou em um cocô. No fim, ele se apresentou e comemorou a sua melhor atuação. “Merda” é o equivalente a “boa sorte”. Os atores podem gritar “merda” juntos antes de começar o espetáculo assim como podem receber um “merda” de alguém que nem esteja no projeto. Mas não se deve agradecer, ou fica quieto ou deseja o mesmo”.

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