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Impondo moral

by Portalagora

Batendo Bola

José Carlos de Oliveira

jcqueroviver@hotmail.com.br

 

Ufa! Até que enfim, uma boa notícia! No início da noite de quinta-feira, 8, sites esportivos já davam como certo aquilo que todas as pessoas de bem esperavam, um “cala-boca” nos colorados gaúchos, que queriam porque queriam melar o Campeonato Brasileiro 2016 e escapar do rebaixamento via tapetão.

A Procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) decidiu não acolher o pedido do Internacional e arquivou o processo que o time gaúcho movia contra o Vitória, por causa de suposta irregularidade na transferência e inscrição do zagueiro Victor Ramos.

Com isso não terá mesmo jeito. A única salvação para o Inter é derrotar o Fluminense amanhã, de goleada, e ainda contar com tropeços de Vitória e Sport. Do contrário, o negócio será já pensar em como se reerguer no ano que vem, porque a Série B será o seu caminho.

 

Ainda o caso da Chapecoense

 

Nas tragédias que envolvam nossos irmãos, sim, devemos ser solidários, fazendo de tudo para que sofram menos e se ergam para viver melhor.

No caso específico do desastre aéreo que vitimou quase todo o elenco da Chapecoense, de Santa Catarina, tem muita gente por aí querendo é aparecer.

Dizem os mais sábios que quando se aponta um dedo, tenha cuidado porque três ficarão sempre apontados para você mesmo. E esta é sim uma grande verdade. Quando se critica algo ou alguém, há que se ter o cuidado para isso não soar falso, como se fosse uma opinião de quem quer mais é que o circo pegue fogo.

Que a Chapecoense merece todo o nosso carinho, este é um fato. Que as famílias enlutadas, com muitas delas ficando sem o seu “chefe”, o seu arrimo, aquele que bancava as contas, merecem toda a atenção, também é certo. E é neste sentido que devemos nos preocupar.

O que passou, já passou. Não há como trazer de volta aqueles que se foram. Hoje, agora, devemos sim é fazer todo o possível para que aqueles que ficaram tenham condições de viver com dignidade. Mas sem essa de tratá-los como “coitadinhos”. Eles não estão pedindo esmolas e nem merecem ser tratados com piedade. É de amor que eles precisam. É carinho que eles buscam e querem.

Que todos seus direitos sejam cumpridos, que recebam aquilo a que fazem jus, e que tenham a receber. Nada mais que isso importa. Agindo assim, tratando-os com dignidade, respeito, e lhes dando uma oportunidade para seguir em frente, estaremos indo pelo caminho correto, fazendo aquilo que é o certo, porque ninguém merece ser tratado como um pobre coitado. Ajudar, sim, para que se reergam, mas lhes dando o valor que merecem. A eles seja dado apenas o que é de direito. Nada mais que isso. Chega de piedade.

Agora mesmo, leio declaração de dirigentes da equipe de Chapecó, abrindo mão daquilo que muitos clubes sugeriram para eles, que era a chance de ficar livre do rebaixamento por três temporadas. Eles não aceitaram viver da piedade. Querem, sim, ajuda para seguir em frente, mas fazer isso pelas próprias pernas, sendo tratados como iguais, e não como um mero coitadinho, alguém de quem se tenha “pena”.

E este é o melhor caminho, sim. Quer ajudar alguém, lhe dê a vara e lhe ensine a pescar. Ele terá alimento para toda a vida. Se você lhe der esmolas, elas só durarão por um dia. Simples assim.

A Chapecoense precisa, sim, de ajuda para seguir em frente, mas apenas isso. Chega de hipocrisia. Tem muita gente precisando é de trocar o chip. Quem gosta de aparecer é artista de TV e cinema. O ser normal, aquele que se alimenta de seu próprio suor, quer é ser tratado com amor e carinho. Quer ter condições de comprar o próprio pão. Sem mais e nem menos.

 

MANGUEIRAS BRASIL

 

Dia de Guarani campeão?

 

O Guarani faz bonito em sua volta às disputas de competições de base, e na manhã de hoje tem a chance de conquistar seu primeiro título, a nível estadual, nesta nova fase. Em partida marcada para o estádio municipal de Juatuba, às 9h, o time Sub-15 do Bugre vai enfrentar o Paranaense, da cidade de Pará de Minas, na final do Campeonato Mineiro da categoria, que é promovido pelo Instituto Mineiro de Escolinhas de Futebol (IMEF).

Como na disputa do Módulo II do Campeonato Mineiro em 2017, as equipes terão, basicamente, que ser formadas por jovens atletas (o torneio será Sub-24), o Guarani está no caminho certo.

Não importa se vai utilizar, já no elenco para a próxima temporada, atletas formadas no próprio clube, mas ao dar esperanças de que um dia isto será realidade já é o primeiro passo. É a alegria e a chance de realização para muitos jovens da cidade e da região. Tudo o que eles querem é uma oportunidade, e isso a nova diretoria do Guarani está fazendo agora. Dando-lhes o direito de sonhar.

E tem mais. No inflacionado e combalido futebol brasileiro, este é o único caminho a se seguir. Clubes que não tiverem uma boa base não terão como se sustentar. E estamos conversados!

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