É obrigação 

Diante de tanta bandalheira na política brasileira, cada dia uma descoberta que envergonha quem ainda tem “brio na cara”, muitos numa forma de não serem comparados com as maçãs podres, usam de uma estratégia conhecida: dizer que são honestos e não participam de “maracutaias”. Mas, só esqueceram de um pequeno e importante detalhe: isso não é qualidade, é obrigação. Disso isso, aproveitar a situação para se gabar é pura hipocrisia.  

É o que mais tem

Hipocrisia é uma das palavras a cara do comportamento dos políticos brasileiros. Porém, infelizmente, boa parte da população não enxerga. Entra eleição, acaba, chega outra, os representantes são escolhidos, e tudo segue do mesmo jeito. Mesmas condutas, escolhas que sobra sempre para quem? Sem novidades. O patrão, é claro: o povo. 

Só especulações 

A cada semana uma notícia diferente. Mas, a verdade é que as pré-candidaturas para o governo de Minas parecem uma piada. Certo mesmo, só o atual governador Mateus Simões (PSD) de fato tem o nome garantido no processo. A última delas vem do presidente licenciado da Fiemg, Flávio Roscoe. Ele disse nesta segunda-feira, 5, que a conversa sobre a disputa pela principal cadeira do Executivo do Estado, avançou e pode ser definida nas próximas semanas. Em entrevista à Itatiaia, Roscoe revelou  que as definições estão acontecendo em âmbito federal, com foco em fortalecer a candidatura ao Palácio do Planalto do senador Flávio Bolsonaro (PL). Será que agora vai? 

Mesma situação 

É a do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) que até o momento não confirmou se vai entrar na disputa. No entanto, parece que tudo está definido, visto que a direção nacional do seu partido, começou a procurar, em Brasília, profissionais interessados em trabalhar numa possível campanha. A informação veio depois da divulgação de novas pesquisas em que o divinopolitano liderava todos os cenários. Além disso, o recado teria vindo de aliados de Bolsonaro (PL) diretamente para o senador. Porém, dias atrás a conversa era de que os mesmos que estão otimistas agora, teriam sugerido que ele desistisse do intento para apoiar Simões. Conversas de bastidores dão conta de que o senador está resistente, por isso, teriam mudado de ideia. Vai entender. 

Ainda pior 

Do lado da esquerda, a situação consegue ser ainda mais complicada. Com a indefinição e possível resistência de Rodrigo Pacheco (PSB), parte do PT, teria voltado a articular por uma reaproximação entre Alexandre Kalil (PDT) e o presidente Lula da Silva (PT), na tentativa de reabrir as conversas viabilizar uma chapa para a disputa rumo ao Palácio Tiradentes. A articulação estaria a cargo da direção nacional, e por integrantes do partido em Minas. Pelo visto, a situação saiu do controle e a falta de confirmação de Pacheco, tem obrigado o partido a correr atrás de uma alternativa, enquanto há tempo. O problema é que se continuar assim, pode ser tarde demais. 

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