Greve parcial de médicos deixa 15 unidades sem consultas em Divinópolis, informa Prefeitura

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Da Redação

A paralisação de 24 horas realizada por parte dos médicos da rede municipal de saúde de Divinópolis registrou adesão de 26 profissionais nesta segunda-feira. De acordo com a Prefeitura, o número representa cerca de 14% dos 181 médicos que atuam na rede pública municipal, enquanto aproximadamente 86% dos profissionais permaneceram em atividade.

Paralisação afeta serviço

Segundo a administração municipal, 15 das 47 unidades de saúde ficaram temporariamente sem atendimento médico em razão da mobilização. Foram afetadas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) dos bairros Niterói, Bom Pastor, Afonso Pena e São José, além das Estratégias de Saúde da Família (ESFs) dos bairros Santos Dumont, Terra Azul, São Paulo, Jardim das Acácias, Ipiranga, Planalto, Belvedere, Jardinópolis, Candidés, Vale do Sol e Central. A Policlínica também registrou adesão de médicos ao movimento.

Apesar da paralisação, a Prefeitura informou que os serviços nas unidades impactadas não foram interrompidos. Permaneceram em funcionamento os atendimentos de enfermagem, vacinação, curativos, administração de medicamentos, procedimentos de enfermagem, acolhimento, acompanhamento das equipes multiprofissionais, dispensação de medicamentos e demais serviços oferecidos à população. Nas demais unidades da rede, as consultas médicas ocorreram normalmente.

A rede municipal de saúde de Divinópolis é composta por 47 unidades de Atenção Primária, organizadas em 68 Equipes de Saúde da Família, além da Policlínica, do Caps III, do Caps AD e de outros serviços especializados. Conforme a Prefeitura, essas estruturas mantiveram suas atividades conforme a programação estabelecida.

De olho

A Secretaria Municipal de Saúde informou que acompanha a paralisação durante todo o dia, monitorando o funcionamento das unidades e adotando medidas para reduzir os impactos aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

Em nota, a Prefeitura reafirmou o compromisso com a continuidade da assistência à população, a manutenção dos serviços públicos essenciais e o diálogo com os profissionais da saúde, destacando que as negociações são conduzidas com responsabilidade na gestão dos recursos e dos serviços municipais.

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